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16.8.09

Da ausência de malícia



Mulher- Nu de Eugéne Durieu


Se de pranto ou mero encanto
Cosi palavras sobre tua pele
Em matizes crus e alterados
Uma flor - de- lis deixei tatuada,



Não te flageles por minha ousadia
Porquanto digo com exímia certeza:
Sei o teu valor, fé e sabedoria,
Nunca quis ruir tua fortaleza,



Se és pecador, estou condenada
À fogueira fria, ou então, uma espada
Que perfure os olhos que quiseram ver
O brilho dos teus num alvorecer.

2 comentários:

Larissa Marques disse...

ê mulher!
quanto mais te conheço, mais te admiro!

Patrícia Gomes disse...

Dinda, é incrível como vc desabrouchou desde que a conheci láaaaaa no multi... ;oD

beijos!