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9.8.09

Regurgitando arranhões




Desconheço pensamentos sensatos
visto que no segundo ato do momento
minhas ternuras vis se entranharam
em covis de paixões e torturas,
chegaram às vias de fato,
arranharam suposições,

escorreu de viés a aflição
do desejo nato em hemorragia,
secou a ousadia de ditongos
substituídos por hiatos
que emergiram à revelia,
do pé de Maria que eu bem sei
que por teimosia, uma vez mais,
brotei.

4 comentários:

Rosa Cardoso disse...

Bacana o poema, MJ.

Gostei das referências musicais.

Beijo!

Anônimo disse...

Belo!!! Sem mais o que dizer...

Rosangela Aliberti disse...

1000 estrelas e um desfecho inusitado que "casou" perfeitamente com o lindo poema e o espaço! Beijo grande, Rô

Maria Júlia Pontes disse...

Obrigada a todos!!!
bjos pessoas!!